Robô chinês Tien Kung
3.0 pode revolucionar trabalho em portos e indústrias do Litoral:
Autômato humanóide sobe escadas, vence obstáculos
e opera sem internet; especialistas vêem potencial para o Porto de Santos. O
futuro da automação industrial bateu à porta com sotaque chinês.
Batizado de Tien Kung 3.0, o robô humanóide
apresentado pela China promete transformar o trabalho pesado em fábricas,
galpões e até em áreas portuárias - cenário que interessa diretamente à
economia do Litoral Paulista. Diferente dos robôs de laboratório, o Tien Kung
já foi testado em ambiente real: subiu lances de escada ao ar livre e
ultrapassou barreiras de até um metro. A habilidade o credencia para atuar em
espaços confinados comuns em terminais e indústrias da região, como casas de
máquinas, porões de navios e linhas de montagem apertadas.
O grande trunfo está nos sensores táteis
espalhados por todo o corpo. Na prática, isso significa que o robô "sente" o
que toca, podendo manusear cargas com precisão sem danificar equipamentos ou
produtos. Outro destaque é a antena de varredura eletrônica. Em demonstração
feita em fevereiro, o Tien Kung 3.0 conectou-se a satélites de órbita baixa e
transmitiu imagens e dados de movimento em tempo real. A tecnologia garante
que ele opere mesmo em áreas de sombra de sinal, como pátios de contêineres ou
plataformas offshore - realidade comum no complexo portuário de Santos.
Para o setor industrial da Baixada Santista, o
detalhe que mais chama atenção é a compatibilidade com o sistema ROS2. Isso
permite que o Tien Kung seja integrado aos sistemas já usados nas fábricas e
terminais locais, sem necessidade de trocar toda a estrutura. Ainda não há
previsão de chegada do Tien Kung 3.0 ao Brasil, mas o avanço acende o alerta:
a automação industrial de alta mobilidade já não é ficção científica. É
questão de tempo até que os "operários de lata" dividam espaço com os
trabalhadores do Litoral.
Atentado
contra Trump interrompeu Jantar em Washington:
Na noite de sábado, 25 de abril
de 2026, disparos de arma de fogo interromperam o Jantar da Associação de
Correspondentes da Casa Branca, em Washington, resultando na retirada imediata
do presidente Donald Trump do local pelo Serviço Secreto. O tiroteio aconteceu
no hotel Washington Hilton, onde Trump, o vice-presidente J.D. Vance e outros
membros do gabinete participavam do evento de gala.
Um homem de 30 anos, armado com armas de fogo e facas,
invadiu o átrio do hotel e avançou em direção ao salão principal antes de ser
detido por agentes de segurança. O presidente saiu ileso e foi levado para um
local seguro. Mais tarde, ele se pronunciou afirmando estar bem e relatou que
um policial foi atingido, mas salvo pelo colete à prova de balas.
O suspeito foi preso logo após
o ocorrido. Relatos iniciais indicaram momentos de pânico, com convidados
buscando abrigo sob as mesas ao ouvirem os tiros. O evento foi amplamente
noticiado por veículos como CNN Brasil, Euronews, G1 e O Globo.
O homem identificado pelas
autoridades como o responsável pelos disparos, Cole Thomas Allen, de 31 anos,
natural da Califórnia, foi detido e está sob custódia das autoridades
americanas, conforme confirmado pelo FBI. Um agente de segurança foi baleado,
mas está bem, segundo informações divulgadas pelo presidente.
Imagens mostram o momento em
que o Serviço Secreto respondeu à ação de Allen. As investigações estão em
andamento para determinar as motivações de Cole Thomas Allen. Com base nas
informações mais recentes, a motivação do atirador que realizou o ataque,
visando o ex-presidente Donald Trump, ainda não está clara.
"Lobo Solitário": Trump afirmou
que o suspeito parece ser um "lobo solitário". O indivíduo foi acusado de
crimes como uso de arma de fogo em ato violento e agressão contra agente
federal. As autoridades continuam investigando para determinar as razões por
trás do ataque.
O atirador responsável pelos
disparos, foi preso pelas autoridades no local, conforme informações
confirmadas pelo próprio Donald Trump e agências de segurança. O FBI está
cuidando do caso e investigando como o atirador entrou no local. O evento foi
interrompido e a organização informou que o jantar será remarcado
Donald Trump
formalizou a criação do Conselho de Paz nesta quinta-feira (22), em uma
cerimônia em Davos. Dezenas de convites foram enviados, mas vários
aliados dos Estados Unidos ainda não deram resposta ou recusaram.
Alguns países citaram preocupações sobre um
possível conflito com a Carta da ONU, e outros ainda citaram preocupações com
os integrantes do grupo -- incluindo a participação de Vladimir Putin,
presidente russo. Especialistas e autoridades mundiais levantaram dúvidas
sobre qual será a autoridade legal do conselho e possível "conflito" com a
Carta da ONU. Alguns líderes pontuaram ainda que ele pode fazer com que muito
poder seja concentrado em Trump.
De acordo com a minuta da carta constitutiva, Trump
atuará como presidente do conselho por tempo indefinido, possivelmente
ocupando o cargo além de seu segundo mandato como chefe de Estado. A França,
por exemplo, pontuou que a carta constitutiva do Conselho de Paz não
corresponde a uma resolução das Nações Unidas para a resolução da guerra na
Faixa de Gaza -- o que, inicialmente, seria o foco do grupo criado por Trump.
Ele só será substituído em caso de "renúncia voluntária ou incapacidade,
conforme determinado por voto unânime do Conselho Executivo". Um futuro
presidente dos EUA poderá nomear ou designar outro representante americano
para o grupo, além de Trump.
Dentre os países que recusaram o convite para o
Conselho de Paz estão:Noruega, Suécia, Eslovênia, França e Espanha; o
Brasil, por exemplo, postergou a resposta ao convite, alegando que não há
pressa para definir o que será feito, e avaliações ainda estão sendo feitas.
Ainda não está claro qual será a autoridade legal
ou os instrumentos de execução que o Conselho de Paz terá, ou como o grupo vai
trabalhar com as Nações Unidas e outras organizações internacionais. De toda
forma, durante a cerimônia desta quinta, o presidente dos EUA afirmou que o
Conselho de Paz funciona "maravilhosamente bem" e inclui um "ótimo grupo de
pessoas". Ainda de acordo com a carta constitutiva, o Conselho da Paz vai
desempenhar "funções de consolidação da paz em conformidade com o direito
internacional".
O presidente Donald Trump revogou o convite que havia feito ao
primeiro-ministro canadense, Mark Carney, para integrar seu Conselho da Paz,
após o líder canadense ter proferido um discurso inflamado em Davos, no qual
afirmou que uma nova assertividade dos Estados Unidos e de outras
superpotências significava o fim da ordem internacional baseada em regras e
instou as potências médias a agirem em conjunto para evitar se tornarem "o
prato principal". "Prezado Primeiro-Ministro Carney”, escreveu Trump no Truth
Social na noite de quinta-feira . “Por favor, considere que esta carta serve
para representar que o Conselho de Paz está retirando o convite feito ao
senhor para que o Canadá se junte, em qualquer época, ao que será o mais
prestigioso Conselho de Líderes já reunido.”
Trump não explicou seus motivos, mas a retirada do
convite do Canadá é a mais recente escalada nas tensões entre os líderes das
potências vizinhas, que trocaram farpas em discursos de alto nível no Fórum
Econômico Mundial em Davos, na Suíça.
A Casa Branca também anunciou a criação de um
Conselho Executivo para Gaza, com o objetivo de apoiar uma administração
palestina de transição na Faixa de Gaza. Não está claro como o Conselho
Executivo fundador e o Conselho Executivo para Gaza, que compartilham alguns
integrantes, funcionarão na prática.
A lista de nações que aceitaram o convite inclui
Argentina, Arábia Saudita, Catar, Egito e Israel.
Fonte: The Washington Post/ CNN Brasil
Rússia:
Cidades
ficaram soterradas, carros desapareceram sob camadas de até 4 metros de
neve, e
moradores precisaram cavar túneis para sair de casa. Ventos extremos e o
relevo montanhoso agravaram a situação, levando à suspensão de
transportes e à mobilização de equipes de emergência.
Cenas impressionantes chegam do leste da Rússia,
onde uma seqüência de tempestades severas soterrou cidades inteiras sob metros
de neve. O volume acumulado foi tão excepcional que, em algumas áreas, a neve
atingiu o nível do 4º andar de edifícios residenciais, bloqueando entradas e
isolando bairros por completo.
Na península de Kamchatka, no extremo oriente
russo, em menos de 48 horas, algumas áreas receberam o equivalente a meses de
neve, quebrando um recorde histórico de mais de 140 anos. Cidades ficaram
soterradas, carros desapareceram sob camadas de até 4 metros de neve, e
moradores precisaram cavar túneis para sair de casa. Ventos extremos e o
relevo montanhoso agravaram a situação, levando à suspensão de transportes e à
mobilização de equipes de emergência.
O governo decretou estado de emergência para acelerar
as operações de resgate, que agora incluem a escavação de túneis para alcançar
moradores presos dentro de suas próprias casas. O fenômeno já deixou pelo
menos dois mortos. As vítimas, de 60 e 63 anos, foram soterradas por grandes
massas de neve e gelo que se desprenderam dos telhados de prédios.
Diante da tragédia, o Comitê Investigativo da Rússia
abriu um inquérito criminal para apurar possíveis falhas de segurança e
negligência na limpeza preventiva das coberturas, que sobrecarregaram com o
peso do gelo durante os sucessivos sistemas de baixa pressão vindos do mar de
Okhotsk.
Imagens divulgadas pelo Ministério de Situações de
Emergência mostram o esforço de equipes e voluntários para liberar acessos e
resgatar idosos em Petropavlovsk-Kamchatsky. Com o acúmulo ultrapassando os
três metros em diversos pontos, as ruas desapareceram, transformando a
paisagem urbana em um cenário de isolamento total. A prioridade das
autoridades agora é a limpeza das vias principais para garantir a circulação
de suprimentos e o atendimento médico emergencial.
Especialistas apontam que o fenômeno é resultado
da combinação entre oceano mais quente, ciclones intensos e ar ártico extremo
— um cenário que transforma eventos climáticos em episódios quase irreais.