Pequim, Xangai e outras 25 cidades
estão paralisadas desde o dia 28 de março e as medidas já afetam a vida
de 165 milhões de chineses.
Na
capital financeira, Xangai, que é também a cidade mais populosa
da China, já são mais de 110 mil casos confirmados. Chaoyang que
é um distrito importante de Pequim já iniciou a testar de mais de
3,5 milhões de moradores, e justamente lá que se concentram a maior
parte dos casos. Tais números tem sido divulgados pelo próprio governo
chinês.
A
média móvel já tem ultrapassado a marca dos 29 mil casos confirmados em
24h. A China vive o pior momento do surto desde o início da
pandemia.
O mercado financeiro já começou à sofrer com
o novo lockdown. O setor de importação e exportação já foi
paralisado e causará milhões de dólares de prejuízo ao mundo devido
o atraso na logística. No porto de Xangai o tempo de espera para
atracação e descarga já subiu ao máximo.
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Mais um exemplo é o minério de ferro que
caiu mais de 7% em seu valor na China; e no Brasil, as
ações da Vale tem sofrido oscilações acentuadas de média de 5% -
a Vale é uma grande fornecedora de minério de ferro para a China.
Nas bolsas de valores chinesas, os
impactos ja tem sido acentuados; um dos principais índices chineses, o
Xangai Composite já tem caído mais de 5%. O Governo Chinês já
estuda revisar a média de crescimento do PIB para o ano de 2022, que
seria anteriormente de 5,5%.
Tudo isso coloca o mundo em alerta
novamente. Resta-nos esperar e torcer para que o terror da COVID-19
chegue logo ao fim.
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