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Jornal Rede Metrópole Litoral: 02/03/2025

Vídeos: reprodução internet.

GUERRA NA UCRÂNIA: TENTATIVA DE ACORDO ENTRE ZELENSKY E TRUMP FALHA.



 
   

 

 
 

    

     A discussão entre o presidente norte-americano, Donald Trump; o vice-presidente J.D. Vance; e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, complicou completamente as relações entre os dois países e pode privar os ucranianos de uma ajuda da qual eles precisam desesperadamente e cuja ausência a Europa, por mais comprometida que esteja com a defesa da Ucrânia contra o imperialismo expansionista de Vladimir Putin, não será capaz de compensar.

     Havia a perspectiva, na sexta-feira, de que a Ucrânia e os Estados Unidos assinassem um acordo sobre um fundo de investimento bilateral, no qual a parte ucraniana viria da exploração das chamadas “terras raras”, embora ainda houvesse muitas dúvidas sobre que tipo de garantias os EUA ofereceriam para garantir a segurança ucraniana.

     Vance acusou Zelensky de querer passar um sermão nos norte-americanos em pleno Salão Oval, diante de toda a imprensa, ao mesmo tempo em que ele e Trump se alternaram fazendo exatamente o mesmo, humilhando Zelensky diante das câmeras e exigindo que ele fosse “mais agradecido” pela ajuda norte-americana – ajuda essa que foi quase toda proporcionada durante o governo democrata de Joe Biden.

     Não há como culpar Zelensky por reagir à afirmação de Vance segundo a qual “o que faz da América um grande país é que nos empenhamos em diplomacia. É o que o presidente Trump está fazendo”. Quando o ucraniano pergunta “que diplomacia?”, ele sabe do que fala, pois Putin desrespeitou vários acordos anteriores. Além disso, Zelensky viu os Estados Unidos negociando em alto nível com a agressora Rússia, e leu o que Trump escreveu sobre ele, chamando-o de “ditador sem eleições” (algo que Trump tentou negar na quinta-feira) e responsabilizando-o pela invasão russa. Isso certamente não é diplomacia, como também não o é chamar de “passeios de propaganda” as visitas de outros líderes à Ucrânia, como fez Vance – que há muito tempo critica o apoio norte-americano a Kyiv.

     A parte da reunião que deveria ocorrer a portas fechadas provavelmente não ocorreu; a entrevista coletiva dos dois presidentes foi cancelada; o acordo envolvendo os minerais raros não foi assinado; e Trump foi às mídias sociais: “O presidente Zelensky não está pronto para a paz se os EUA estiverem envolvidos, porque ele sente que nosso envolvimento lhe dá uma grande vantagem nas negociações. (...) Ele pode voltar quando estiver pronto para a paz”, escreveu o norte-americano.

     Logo após o bate-boca, líderes europeus prestaram solidariedade a Zelensky, nas mídias sociais. Mas publicações on-line não ganham guerras, e pelo menos 40% da ajuda estrangeira à Ucrânia vem dos Estados Unidos – incluindo algumas tecnologias que apenas os norte-americanos possuem. Sem isso, e sem a entrada na Otan, mais uma vez rechaçada por Trump, a Ucrânia se torna presa mais fácil para Putin. Vance e Trump acusam Zelensky de “jogar com a Terceira Guerra Mundial”, mas o roteiro que levou à Segunda Guerra Mundial incluem entregas e rendições, pelo Ocidente democrático, de territórios alheios a uma potência totalitária e imperialista; e neste momento, Zelensky não o faz.

     Volodymyr Zelensky (foto), afirmou que não pedirá desculpas a Donald Trump após o bate-boca entre os dois na Casa Branca, na sexta-feira, 28. Em entrevista à Fox News, o ucraniano disse respeitar Trump e o povo americano, mas negou ter cometido qualquer erro ao defender sua posição sobre a guerra. “Não foi bom para nenhum dos lados”, admitiu.

     Apesar da tensão, Zelensky disse acreditar que ainda pode recuperar sua relação com Trump e reforçou a necessidade do apoio americano. “Será difícil sem essa ajuda”, afirmou. O ucraniano também reforçou que seu país não tem recursos suficientes para expulsar as forças de Vladimir Putin sozinho e defendeu que qualquer negociação de paz só será viável com a participação de Kiev.

    

Fonte: Gazeta do Povo/ O Antagonista

 

 

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