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Jornal Rede Metrópole Litoral: 25/02/2026          

Fotos: Reprodução Internet

 

ELETRÔNICOS FICAM ATÉ 25% MAIS CAROS NO BRASIL:



 

 

     Não foi de Washington que veio o anúncio de novas tarifas, mas de dentro do parlamento nacional mesmo, pelo governo federal. O Ministério da Fazenda elevou o imposto de importação sobre mais de mil produtos, com alíquotas que podem chegar a 25%. A lista inclui smartphones, freezers, painéis com LCD e LED, além de máquinas e equipamentos usados pela indústria.

     Parte do reajuste das alíquotas - que pode chegar a 25% em alguns casos - começou a valer em novembro, e o restante passa a valer a partir de domingo (01). A medida foi oficializada por resolução do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex).

     O objetivo é fiscal: arrecadar R$ 14 bilhões extras neste ano. O argumento da Fazenda é que a entrada de produtos estrangeiros estaria em níveis capazes de “ameaçar elos da cadeia produtiva” e provocar regressão tecnológica - Em tese, tarifas mais altas dariam fôlego à indústria local. Todavia, o Brasil não tem uma cadeia própria de produção de eletrônicos.

     Na prática, o caso dos celulares, por exemplo, levanta dúvidas. O Brasil tem linhas de montagem, mas depende de componentes e tecnologia importados. Não há, hoje, uma cadeia completa capaz de produzir smartphones do zero com competitividade global. Ao encarecer o produto final, o governo pode estar protegendo apenas a montagem, e elevando o preço ao consumidor, sem criar um polo tecnológico robusto.

     O impacto não se limita somente aos bens de consumo, como Tv's, Geladeiras, Freezers, Smartphones, etc; parte da alta recai também sobre bens de capital, tais como máquinas e equipamentos usados na produção. Isso significa que empresas que dependem de tecnologia estrangeira para modernizar fábricas ou ampliar capacidade produtiva também pagarão mais.

 

IMPORTADORES ALERTAM PARA PERDA DE COMPETITIVIDADE E PRESSÃO INFLACIONÁRIA:


     A medida atende verdadeiramente a necessidade fiscal. Os R$ 14 bilhões estimados ajudam a fechar a conta de curto prazo. Em um orçamento pressionado por despesas obrigatórias e com pouco espaço para cortes estruturais, aumentar tarifas é uma solução rápida. O custo, contudo, é difuso: recai sobre empresas que investem e sobre consumidores que compram.

     Tarifas são impostos disfarçados. Embora tecnicamente incidam sobre o importador, eles, acabam repassando ao consumidor final. Alguns produtos terão cotas temporárias de isenção, como determinadas antenas para celular, além de reduções pontuais para medicamentos e insumos estratégicos, todavia, especialistas apontam que setores dependentes de componentes importados podem enfrentar aumento de custos, com possível reflexo no preço final ao consumidor e aumento da inflação.

 

 

Fonte: Veja Abril/ Google

 

           

 

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