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 Jornal Rede Metrópole Litoral:
01/01/2026
         

 

 Fotos e vídeos: Reprodução Internet

 

CORREIOS E A CRISE QUE NÃO ACABA MAIS!



 

 

    

     Em 2024, os Correios já registravam um prejuízo de R$ 2,6 bilhões. Em 2025, já são R$ 6 bilhões. Para tentar sair dessa crise, os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos - dois públicos e três privados: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal; o Tesouro Nacional autorizou o negócio. O contrato vai até 2040, com garantia da União.

     Esse empréstimo faz parte do plano de reestruturação da estatal, que foi dividido em três fases. A primeira vai até março de 2026. O objetivo é usar o dinheiro do empréstimo para recuperar o caixa dos Correios, continuar as operações e quitar ou renegociar dívidas em atraso.

     Depois, nos próximos dois anos, uma fase de reestruturação para tentar reduzir gastos e aumentar as receitas, onde está previsto o plano de demissão voluntária para 15 mil empregados, a revisão de cargos e de planos de saúde e previdência, e o fechamento de mil agências - das 5 mil que a empresa possui hoje. Os Correios calculam que as duas medidas podem gerar uma economia de R$ 4,2 bilhões por ano.

     No lado da arrecadação, a estatal quer vender imóveis ociosos, o que renderia mais R$ 1,5 bilhão, fechar parcerias no setor de logística e diversificar as atividades, como serviços financeiros e de seguros, o que poderia gerar um ganho anual de R$ 1,7 bilhão, e a  terceira fase, a partir de 2027, prevê a revisão do modelo de negócios dos Correios, o que pode levar até a mudanças no quadro societário.

     O presidente dos Correios disse que a estatal pode precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026. Emmanoel Rondon argumentou que o empréstimo ficou abaixo do valor que a estatal queria - um total de R$ 20 bilhões. O dinheiro adicional, segundo ele, pode vir de um novo empréstimo ou até de um aporte direto do Tesouro Nacional.

     O presidente dos Correios afirmou ainda, que espera uma piora no resultado do próximo ano porque nem todas as medidas têm efeito imediato, e que só em 2027, se tudo der certo, a estatal deixará de dar prejuízo.

 

    

 

           

 

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