Após
a confirmação de três mortes por febre maculosa e outros três casos
estarem sob investigação, a prefeitura de Campinas, no interior de São
Paulo, disse que tomou uma série de medidas para evitar novos casos. A
intenção é que as regiões de mata e locais onde há maior chance de
proliferação da doença sejam sinalizados e evitados.
O
Instituto Adolfo Lutz, da capital, aponta que a
Fazenda Santa Margarida,
no distrito de Joaquim Egídio, é apontada como o provável lugar onde as
seis pessoas foram infectadas, durante um evento chamado
Feijoada do
Rosa, em 27 de maio. O espaço foi interditado pela prefeitura. O local
só poderá fazer novos eventos após apresentar um plano de comunicação e
de contingência ambiental para orientar os frequentadores sobre os
riscos que a região apresenta.
De
acordo com portarias publicadas pelo Ministério da Saúde, a febre
maculosa é uma doença de notificação obrigatória — o que significa que
todos os casos detectados devem ser informados aos órgãos de vigilância
do Brasil. O recente surto de febre maculosa, chamou a atenção para a
alta taxa de mortalidade da doença: segundo dados do Ministério da
Saúde, um terço dos indivíduos contaminados na última década morreu.
O
Ministério da Saúde atualizou para 53 o número de casos de febre
maculosa confirmados este ano no país, com oito mortes registradas.
Todos os óbitos ocorreram na Região Sudeste: seis em São Paulo, um em
Minas Gerais e um no Rio de Janeiro. Quanto ao número de casos, a maior
concentração de ocorrências é verificada nas regiões Sudeste com 30
casos e Sul com 17.
Fontes: BBC, Agência Brasil
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